Pensando no futuro: 4 motivos para investir em um imóvel

19 erros que você deve evitar ao comprar um imóvel

Comprar um imóvel é um momento de muita alegria e satisfação na vida de qualquer pessoa — afinal, essa é uma forma de ter mais segurança e estabilidade. Porém, para aproveitar esses benefícios é preciso ter alguns cuidados fundamentais durante o processo de aquisição e procura.

Existe todo um trâmite burocrático que, quando não seguido, pode trazer grandes dores de cabeça no futuro. Além disso, é essencial observar o tipo de propriedade e se ela se encaixa às suas demandas e necessidades.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura do conteúdo a seguir e descubra os 19 principais erros que você deve evitar na hora de comprar um imóvel.

1. Pesquisar o imóvel apenas superficialmente

O investimento feito para a compra de um imóvel tem um valor significativo, por isso, é importante fazer uma pesquisa completa sobre tudo o que envolve a compra para tomar a melhor decisão.

Para começar, procure saber o valor do metro quadrado médio na região. Como o mercado tem se valorizado muito, alguns proprietários podem subir muito o preço e você pode pagar uma quantia maior do que deveria. Ao comparar os valores, será possível obter uma média e identificar preços abusivos.

Obviamente, são muitos os fatores que podem levar um imóvel a estar com o valor mais alto do que outro, portanto, antes de tirar suas conclusões, verifique todas as características. Mesmo porque, se o imóvel estiver muito abaixo do esperado, você precisa saber o motivo.

Um imóvel que tem um design e um acabamento muito bonito, no final das contas pode ter uma estrutura ruim. Descobrir isso antes de efetuar a compra evita que “o barato saia caro”.

Por fim, verifique se a pessoa que está lhe vendendo realmente é dona do imóvel e se ela responde a algum processo judicial. Apesar de parecer algo difícil, existem casos em que o imóvel não pode ser vendido, como quando há dívidas anteriores do dono com a justiça.

2. Não verificar a documentação antes de comprar um imóvel

Comprar um imóvel significa gerar patrimônio e trazer mais segurança para o seu futuro e o da sua família. Porém, para isso, é preciso ter a certeza de que a propriedade está legalizada e não apresenta nenhum problema grave em sua documentação. O lado positivo é que não é difícil fazer essa checagem antes de efetuar uma proposta.

Toda a papelada fica disponível em órgãos públicos e pode ser verificada por qualquer pessoa. Sendo assim, solicite documentos como:

  • certidão negativa de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e INSS (Receita Previdenciária);
  • a quitação dos serviços essenciais, como água, energia e telefone;
  • certidões negativas da justiça Federal, Criminal e Cível;
  • matrícula atualizada no Cartório de Registros do município.

3. Ir ao imóvel apenas uma vez

Um dos grandes erros que as pessoas cometem antes de comprar um imóvel é não visitarem o local antes de fechar negócio.

O bairro pode parecer encantador e o apartamento um verdadeiro sonho de consumo, mas lembre-se de que uma primeira impressão positiva não é o suficiente para embasar uma decisão tão séria como a compra de um imóvel, concorda?

As reais vantagens e desvantagens de uma região só poderão ser notadas a partir da terceira ou quarta visita ao local. Além disso, é muito importante transitar pelo bairro em horários diferentes, avaliando aspectos pontuais como:

  • o fluxo de pessoas;
  • a segurança e o policiamento do bairro;
  • os serviços públicos, como saneamento básico;
  • o trânsito da região, entre outras questões relevantes que devem ser consideradas.

Outra dica útil para evitar esse tipo de erro é conversar com os moradores do condomínio, bairro ou localidade em questão. Faça perguntas sobre os aspectos que citamos para verificar se o imóvel atende às suas necessidades e vão de encontro ao seu perfil.

A recomendação definitiva é que você visite a região do imóvel em dias e horários alternados, inclusive nos finais de semana e durante a noite.

4. Não pesquisar informações sobre a localização

Na ansiedade por sair do aluguel, da casa dos pais ou dos sogros, muitas pessoas se apressam para adquirir o imóvel e não levam em consideração as características importantes, como a localização.

Alguns imóveis têm preços mais baixos por ficarem afastados dos centros, em locais distantes de comércios e de difícil acesso. Nesse caso, é importante questionar-se se realmente vale a pena, afinal, você permanecerá um bom tempo naquele local e precisará se locomover até o trabalho todos os dias.

Leve em consideração o custo e o tempo dessa locomoção. Para algumas pessoas não há problemas, mas para outras sim. Quem tem filhos também precisa pesquisar as escolas mais próximas, além de hospitais.

Se você tem animais de estimação, também pode procurar por pet shops e verificar se o espaço é adequado para ele. Caso esteja optando por um condomínio, aqueles que contam com estruturas adicionais — academias, espaço gourmet, seguranças e piscinas — têm um valor consideravelmente maior.

Também é necessário pesquisar sobre o bairro, conversar com moradores para saber sobre a segurança e tranquilidade do local.

5. Não pensar no futuro

Outro erro bastante comum é comprar um imóvel que pode ser perfeito para você hoje, mas com o passar do tempo a situação pode mudar. Um casal que acabou de se casar, por exemplo, pode acreditar que um imóvel de tamanho pequeno é o suficiente.

Mas e se tiverem filhos? Pessoas que gostam de ter animais em casa também precisam pensar em um espaço confortável, como um quintal, para que eles possam circular.

Comprar uma casa apenas porque ela remete boas memórias também pode ser uma furada. Nesse momento, o sentimento nostálgico pode lhe impulsionar, mas no futuro, se ela não tiver uma boa conservação, estrutura e demandar muitos gastos com reformas ou não estiver bem localizada, você pode se arrepender.

Sendo assim, nada de pressa. Analise todos os prós e contras antes de tomar sua decisão e comprar o seu imóvel.

6. Pegar um empréstimo muito alto para comprar um imóvel

Comprar um imóvel não é algo barato, mas muitas pessoas se empolgam com a possibilidade de gerar patrimônio e sair do aluguel.

Realmente isso é muito vantajoso, mas não quer dizer que você pode se endividar de qualquer maneira. Caso tenha outras dívidas, por exemplo, é essencial quitá-las antes de solicitar crédito para uma instituição financeira ou construtora.

É importante também conversar bastante com o responsável e fazer simulações para compreender não apenas como as parcelas afetarão o seu orçamento doméstico, mas também para descobrir sobre as possibilidades de utilização do seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou entender quais são os tipos de amortização. Só assine o acordo quando tiver ciência de tudo.

Certifique-se de que sobrará o valor necessário para manter o seu estilo de vida. Comprometer sua renda para pagar o empréstimo pode parecer um bom sacrifício para conquistar a casa própria, mas, na prática, pode ser um grande problema.

Mesmo porque, ocasionalmente, você precisará dispor de dinheiro extra para reformar o imóvel ou para lidar com imprevistos. Sendo assim, faça um planejamento financeiro familiar, coloque na ponta do lápis todos os gastos do cotidiano, incluindo alimentação, moradia, despesas com automóveis e quaisquer outros valores.

Se juntando esse valor com o da parcela do empréstimo você ainda conseguir ter uma boa quantia, então o imóvel pode ser comprado com mais tranquilidade. Caso isso não ocorra, pode ser necessário esperar mais algum tempo, juntar mais recursos e só então realizar a compra.

7. Desconsiderar outras taxas e impostos

O preço de um imóvel não se resume apenas às prestações do financiamento e da entrada. Esquecer que além desses custos existem outros gastos que podem encarecer a transação é um grande equívoco que deve ser evitado na hora de comprar um imóvel.

Existem impostos e taxas que não devem ser ignorados em hipótese alguma, principalmente no que se diz respeito ao valor que eles podem acrescentar à compra do imóvel. Dentre os mais conhecidos temos o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) ou o Imposto Predial e Territorial, mais conhecido pelo termo IPTU.

Além disso, é importante mencionarmos as despesas com documentação de transferência, taxas de condomínio e o serviço de corretagem prestado na intermediação do processo.

Quando o imóvel está na planta os valores são maiores, pois incluem, além do ITBI, o Registro do Imóvel, a Escritura e a variação do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Quando somados, esses valores podem comprometer a renda mais que o planejado e virar um problema.

Comprar um imóvel é uma grande conquista e isso não há como negar. Entretanto, fazer uma reforma ou substituir todos os móveis e eletrônicos antigos por novos são tarefas que podem ser difíceis de serem cumpridas nesse contexto.

8. Não ler o contrato com atenção

Esse erro pode realmente causar muitos problemas. Apesar de a maioria das pessoas já terem conhecimento disso, algumas sentem-se envergonhadas de questionar o contrato. Mas lembre-se de que esse é um direito do cliente, que pode se livrar de grandes enrascadas ao simplesmente questionar.

Caso suas dúvidas não sejam completamente esclarecidas, não se deixe levar pela pressão ou pela simpatia da imobiliária/proprietário. Solicite uma cópia do contrato para ler com mais calma em casa e, caso necessário, procure um advogado para sanar suas dúvidas.

Entre as cláusulas que podem gerar problemas estão a do pagamento da taxa de corretagem — deve ser pago pela construtora e não pelo comprador. A taxa de interveniência da venda do imóvel e a cláusula que obriga a construtora a pagar uma multa pelo atraso da entrega da obra.

Todo cuidado é pouco quando se trata de um investimento tão grande como a compra de um imóvel. A aquisição deve lhe trazer alegria, segurança e tranquilidade e não dor de cabeça!

9. Dispensar ajuda especializada

Dispensar ajuda especializada é outro erro crasso de quem pensa em comprar um imóvel. Contar com o auxílio de quem entende do ramo é primordial para achar a alternativa perfeita e garantir que tudo saia exatamente como o esperado, desde a negociação dos valores até o fechamento da transação.

Se possível, conte com a opinião de um arquiteto, um engenheiro civil ou mesmo um mestre de obras. Eles podem ajudá-lo a verificar as condições da infraestrutura do imóvel e verificar a existência de problemas na rede elétrica ou hidráulica.

Aqui também vale a pena repetir que a ajuda de um advogado pode ser necessária para analisar o contrato e as condições da compra, pois dispensar esse auxílio também é um erro.

10. Não pesquisar sobre o corretor e a imobiliária

Existem muitos criminosos que se passam por corretores de imóveis com o objetivo de aplicar golpes e, infelizmente, muitas pessoas caem em falcatruas e perdem todo o dinheiro de anos de economia e a possibilidade alcançar o sonho de ter uma casa própria.

Sem dúvida, não verificar se o corretor ou imobiliária que está intermediando o processo de compra do imóvel é idôneo é um dos maiores erros que se pode cometer.

O que possibilita que esse tipo de problema aconteça é que qualquer pessoa pode ser passar por um profissional de corretagem. A menos que você saiba como identificar um fraudante de um profissional legítimo, não é verdade?

Sendo assim, busque por uma imobiliária idônea. Peça dicas de amigos ou parentes e use a internet para checar a reputação da empresa. Você também pode solicitar o nome do corretor e verificar se ele está devidamente registrado no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

Verifique a reputação, qualificação e a experiência desse profissional. Por mais que todas essas tarefas pareçam trabalhosas, comprar um imóvel é algo que deve ser feito com calma e paciência. Assim, você fica muito mais resguardado e tem respaldo para curtir sua nova propriedade.

11. Não verificar se o vendedor é o proprietário

Infelizmente, é cada vez mais comum nos depararmos com a situação em que um imóvel é vendido por um terceiro sem que não tem nenhuma ligação com a propriedade em questão.

No caso de pessoas que compram casas de veraneio em cidades litorâneas ou que têm alguma propriedade que não possa visitar com frequência, é muito comum que ocorram invasões e que os invasores tentem vender o imóvel sem documentação.

Além disso, existem golpes praticados por filhos, sócios e até mesmo cônjuges que tentam vender a propriedade sem que o verdadeiro proprietário saiba disso.

Sendo assim, para evitar esse tipo de situação é necessário exigir todos os documentos originais, comparecer em um Cartório de Registro de Imóveis e tirar uma cópia atualizada do registro do imóvel com a sua respectiva certidão de ônus —o cartório cobrará uma pequena taxa por isso.

Outro ponto importante a ser destacado é que o depósito do dinheiro só deve ser realizado na conta do verdadeiro proprietário, após você se certificar de que o imóvel consta em seu nome e sem pendências ou irregularidades com a justiça.

O nome do dono do imóvel aparece na matrícula. Lembre-se disso para evitar uma confusão muito comum: escritura e matrícula são documentos distintos. O que realmente vale é o que consta na matrícula.

12. Não verificar se o proprietário está envolvido em algum processo jurídico

Falando em checar irregularidades com a justiça, ao comprar um imóvel, é muito comum cometer o erro de avaliar apenas a situação da propriedade, ignorando o fato de que os documentos do proprietário têm um peso importantíssimo no processo como um todo.

Por exemplo, o proprietário pode estar envolvido com algum tipo de processo na justiça, devendo pagar multas, direitos ou indenizações a terceiros que podem ser empresas, pessoas ou até mesmo o Governo.

Em casos com os que acabamos de citar, é muito comum indivíduos mal intencionados tentarem se desfazer rapidamente de todos os bens que possuem, já que isso dificulta o pagamento de suas dívidas.

Contudo, o procedimento é ilegal e se você comprar um imóvel de um proprietário que se encontra nessas condições, a justiça tem o direito de anular a transação, fazendo com que você perca todo o dinheiro investido.

A situação pode se agravar um pouco mais, pois você pode ser acusado de ajudar o proprietário na operação criminosa. Afinal, existem pessoas que se arriscam ao comprar imóveis sabendo que estão participando de um esquema.

A venda de imóveis em condições irregulares é considerada ilegal e ao participar disso, você certamente terá problemas com a justiça. Portanto, essencial analisar se o proprietário tem dívidas com o Governo, estado, município, INSS, instituições bancárias, justiça do trabalho, entre outros.

Lembrando que todo esse emaranhado de problemas pode ser evitado com uma simples pesquisa. Existem entidades que emitem certidões de protesto e outras questões apenas com o CPF do proprietário. Essas consultas podem ser realizados pela internet.

13. Não verificar se o cônjuge concorda com a venda do imóvel

Em casos de separações eminentes, é muito comum que uma das partes decida vender o imóvel sem que o cônjuge fique sabendo. O mesmo costuma acontecer quando um herdeiro tenta se desfazer do imóvel sem informar aos outros, com a intenção de não dividir o valor da venda do patrimônio.

No entanto, a venda de um imóvel sem que a outra parte esteja ciente pode fazer com que a transação imobiliária seja anulada. Ou seja, além de ficar sem a propriedade, você ainda terá de que arcar com os honorários de um advogado para recuperar seu dinheiro na justiça.

Sendo assim, não se contente com uma simples assinatura em um papel em branco. Afinal, nas mãos de uma pessoa com más intenções, qualquer pedaço de papel assinado pode se passar por uma procuração.

Faça questão de conversar pessoalmente com o casal, verificando se de fato ambos concordam com a venda. Na dúvida, solicite, ainda, a certidão de casamento e verifique se a matrícula do imóvel está atualizada de acordo com o estado civil dos proprietários.

14. Comprar por impulso

Um erro sério que muitas pessoas cometem quando desejam comprar um imóvel é não se planejar e, com isso, tomam uma atitude impulsiva e baseada na emoção do momento.

O fato das parcelas de um financiamento, por exemplo, caberem em seu bolso não significa que você tem condições de elevar todo o padrão de vida da família, mudando-se para um bairro de luxo.

O que queremos dizer é que um financiamento de longo prazo pode durar até 35 anos. Em outras palavras, durante o período de 35 anos você terá cerca de 30% de sua renda familiar comprometida.

Isso é equivalente a viver a mesma vida de antes (com as mesmas despesas e custos), mas com 30% a menos de capital para bancá-la. Ou a situação pode se tornar mais grave, já que a simples mudança de um bairro humilde para um bairro mais sofisticado já pode impactar significativamente no custo de vida da família.

Quanto mais conveniência e lazer um condomínio oferece, mais caro ele será e menos recursos você terá para arcar com as dívidas no final de cada mês. Por isso, antes de comprar um imóvel, faça uma avaliação minuciosa a respeito de seu custo de vida e seus ganhos, considerando o fato de que essa relação deverá ser equilibrada por até mesmo algumas décadas.

15. Não se planejar para os gastos com reformas

Falando em reformar o imóvel, um erro que também deve ser evitado é não incluir esse tipo de gasto em seu planejamento.

Existem muitos problemas estruturais que podem aparecer apenas em um certo período após a concretização da compra do imóvel, como problemas na rede hidráulica, elétrica e algumas adaptações necessárias, principalmente em unidades antigas.

Uma forma de minimizar as possibilidades de correr esse tipo de risco é exigir uma avaliação do imóvel atual, a qual deve ser realizada por um profissional ou empresa de confiança.

Além disso, é fundamental ter um fundo de emergência para possíveis imprevistos, como reformas urgentes, e é exatamente sobre isso que falaremos no próximo tópico.

16. Não ter um fundo de emergência

Por mais que nos planejemos para não passarmos por situações delicadas na vida, muitas vezes, as coisas acontecem diferente do que é esperado. Afinal, a vida é composta por acontecimentos planejados e inesperados.

Portanto, antes de tomar a decisão definitiva de comprar um imóvel, evite um erro que a maioria das pessoas cometem que é esquecer que sempre há a possibilidade de acontecerem imprevistos e emergências.

O que queremos dizer é que além das parcelas para a aquisição do imóvel, taxas, impostos extras e o seu custo de vida e de sua família, é imprescindível ter um fundo de reserva para possíveis eventualidades não planejadas.

A perda do emprego de alguém que integra a fonte de renda familiar, um parente adoecendo, uma mudança drástica no mercado, entre outros casos que não há como controlar, são apenas alguns dos motivos para que é preciso analisar antes de se lançar na empreitada de comprar um imóvel.

O fato é que é preciso ter capital o suficiente para bancar a sua rotina até que as coisas voltem à situação normal.

17. Comprar um imóvel sozinho

Como você deve ter percebido até aqui, um dos fatores que faz com que as pessoas cometam erros simples ou graves na hora de comprar um imóvel é o fato de que a maioria da população não tem nenhuma experiência sobre o assunto.

Outro problema é que é muito comum acontecer um envolvimento emocional com o imóvel, fazendo com que o indivíduo não faça questionamentos lógicos a respeito da viabilidade da transação imobiliária em questão.

Nesse contexto, podemos afirmar que um dos grandes erros cometidos por quem pretende comprar um imóvel é tentar assumir a responsabilidade de uma decisão tão séria sem envolver pessoas de sua confiança. Ou seja, a sua família.

Antes de tomar qualquer decisão importante, independentemente de qual seja o assunto, sempre devemos procurar amigos ou familiares para dividirmos os detalhes e consequência que cada opção carrega.

Por isso, é muito importante envolver outras pessoas de sua confiança na compra do imóvel, pois uma mesma situação olhada por diferentes perspectivas pode apresentar diferentes soluções ou problemas que você pode não ter enxergado no início.

Lembrando que procurar o auxílio de uma empresa especializada também é uma ótima forma de ampliar o seu ponto de vista sobre a compra do apartamento ou casa em questão, não é verdade?

18. Desconhecer o memorial descritivo

Muitas pessoas sequer sabem da existência do documento conhecido como memorial descritivo. Pois bem, trata-se de um arquivo que carrega todos os detalhes a respeito do imóvel, como o número de cômodos, como eles estão divididos, os materiais utilizados na construção e no acabamento, entre outros fatores que compõem a propriedade.

Esse documento pode ser obtido com a construtora responsável pela edificação do imóvel que você pretende comprar. É muito importante lê-lo com atenção, analisando cada mínimo detalhe, pois caso algum item esteja em desacordo com o memorial, você terá o direito de exigir o que foi oferecido inicialmente.

19. Fazer perguntas às pessoas erradas

Para concluirmos, é importante citar um erro que pode parecer insignificante, mas que é um dos responsáveis por sérios problemas que ocorrem posteriormente à concretização da compra do imóvel: perguntar detalhes sobre a transação às pessoas erradas.

Por exemplo, ao sair do provador de uma loja de roupas, ao perguntar para o vendedor se a peça que você está provando está boa, você confiará na resposta desse profissional, sabendo que ele ganha uma comissão por cada roupa vendida? Pois bem, o mesmo se aplica à compra de um imóvel.

O corretor de imóveis tem a obrigação legal e ética de não omitir nenhum detalhe sobre uma propriedade ao seu cliente. Mas isso não o impede de aplicar técnicas de persuasão para tentar lhe convencer a adquirir um imóvel apenas por impulso.

Como você pôde conferir neste conteúdo, existem inúmeros erros que as pessoas cometem ao comprar um imóvel, principalmente aquelas que estão fazendo a aquisição de seu primeiro apartamento ou casa. Contudo, fazer um planejamento de compra eficiente, desconfiar de negócios bons demais para serem verdade e contar com a ajuda de profissionais com credibilidade no mercado são medidas que podem fazer toda a diferença.

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